Homem com pênis de 50cm recusa cirurgia de redução

O tamanho do pênis é uma quesito para grande parte dos homens. Por esse motivo, existem métodos para o aumento do órgão, alguns muito perigosos e não recomendados pelos especialistas.

Em alguns casos, medicamentos e hormônios são utilizados para isso, mas não surtem efeito significativo e podem causar doenças, incluindo doenças de próstata. Outro método procurado é o uso de desenvolvedores ou bombas, o qual não tem resultado comprovado e nem é aconselhado por urologistas.

Roberto Esquivel Cabrera, de 54 anos, é conhecido por ter o maior pênis do mundo e fez algo ainda mais perigoso para consegui-lo. Seu órgão mede aproximadamente 48cm flácido, e se tornou motivo de orgulho a ponto de ele abrir mão de sexo para mantê-lo.

Os médicos sugeriram que ele fizesse uma cirurgia de redução do pênis para que pudesse ter relações sexuais e filhos, além de deixar de se machucar. Cabrera, no entanto, se recusou ao procedimento.

Para Roberto Cabrera, essa obsessão pelo tamanho do órgão não é de agora. De acordo com os médicos, sua condição é consequência dos pesos para aumentar o pênis, que Cabrera usava quando adolescente.

O governo o reconhece como uma pessoa com deficiência e o ajuda economicamente, pois ele não consegue trabalhar devido ao tamanho de seu pênis e problemas de saúde.

Hoje em dia, já há uma cirurgia para aumento do comprimento peniano que consiste em cortar um ligamento na base do pênis para deixá-lo aproximadamente 2,5cm maior quando flácido. Ereto, no entanto, terá o mesmo comprimento que antes.

Já para aumentar a grossura do órgão, os médicos injetam gordura retirada das nádegas ou estômago do próprio paciente. O procedimento permite aumentar aproximadamente 4 centímetros de espessura.

Um estudo de 2014 da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica revelou que foram feitas 15.414 operações de aumento de pênis no mundo. No ranking, a Alemanha é o país com o maior número de cirurgias, enquanto o Brasil ficou em sétimo lugar.

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